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A bola da vez então foi a faixa título do EP, que conta com uma linha vocal bem marcante. Atualmente a banda está preparando seu primeiro ‘full lenght’ e algumas músicas foram apresentadas, começando por “Bath Of Memories”. Então a guitarrista Renata Petrelli – que sempre toca bastante centrada -, deu início a essa que é uma das melhores e mais diferentes composições do Sinaya. No decorrer Mylena foi atendida quando, na paradinha, quis ver do público outro ‘circle pit’.

Quem também agitava bastante era a baixista Camila Toledo, que se movimentava pelo palco e ‘bangeava’ ao melhor estilo Alex Webster, baixista do Cannibal Corpse.

A também novata “Buried By Terror” agradou bastante, pois já era conhecida do público devido ao videoclipe. O ato final se deu com “Legion Of Demons” – particularmente, acho essa não só a melhor de “Obscure Raids”, como do Sinaya mesmo. Foram 45 minutos de set, com as garotas sendo muito bem recebidas pelo público.

Fonte: http://www.roadiecrew.com/mtOnlineDetalhe.php?id=595


”Nós rodamos o mundo e tocamos com um punhado de bandas, um monte de ótimas bandas! Hoje mais cedo nós começamos tendo uma ótima banda! Então peço a vocês, seus filhos da mãe, que levantem seus \m/ e gritem o mais alto que puderem pela Sinaya! Essas garotas detonaram!” – Por Steve Zetro (Exodus)

Fonte: https://www.facebook.com/sinayaofficial/videos/885196624911085/?pnref=story


“O som delas é um death/thrash com duetos de guitarra interessantes, mostrando que o Brasil está assistindo, a exemplo da Nervosa, o crescimento de mais uma banda feminina de qualidade.” – Por Murillo Leite (Rock Brigade Magazine)

Fonte: http://www.rockbrigade.com.br/index.php?option=com


“Para nossa sorte, a banda de abertura Sinaya, deixou os fãs do Exodus que chegaram mais cedo a casa satisfeitos com a performance das meninas que, por cerca de meia hora, fizeram um bom trabalho de abertura despejando um som alto e pesado no palco.” – Por Japa (Meteleco.com)

Fonte: http://www.meteleco.com/show-exodus-carioca-club-sao-paulo-sp-24-jan-2016/


”As garotas iam cumprindo bem o seu papel, mostrando um Death Metal old school, carregado de influências das escolas norte-americana e sueca do gênero do início dos anos 90, agradando a todos os headbangers que naquele momento já marcavam presença em bom número. A banda contou com uma qualidade de som impecável, com destaque para o timbre de caixa da baterista Dutchi, que estava muito bem regulado.

Foi uma performance correta, bem entrosada, com uma qualidade de som bastante regular, e certamente conseguiu cativar a quem estava prestigiando. Destaque para a baixista Camila Toledo que além de tocar bem, agitou o tempo todo, girando a cabeça ao melhor estilo Alex Webster do Cannibal Corpse.” – Por Leandro Coppi (Roadie Crew)

Fonte: http://www.roadiecrew.com/mtOnlineDetalhe.php?id=558